VIVENDO NA CORDA BAMBA DA OBRA

corda bamba da obra

Como se equilibrar na corda bamba?

De que forma uma vara comprida e pesada ajuda um equilibrista a andar na corda bamba?

Para se equilibrar sobre a corda bamba, é necessário que o centro de massa do corpo (equilibrista e vara) seja mantido sobre a corda. O centro de massa é o parte central de um corpo. Se essa parte central pender para um lado, o corpo cai (o centro de massa do corpo humano é aproximadamente na altura do umbigo). Sendo assim, o equilibrista segura a vara bem no meio para que o centro de massa da vara esteja sobre a corda também. Quando o equilibrista sem querer pende seu corpo para a direita por exemplo, ele move a vara rapidamente para o lado oposto para que o peso da vara ajude a manter o centro de massa do conjunto (pessoa e vara) equilibrado. É importantíssimo que a vara seja pesada, para que sua massa ajude a compensar a massa do equilibrista. E obviamente, é importante também, que este movimento seja rápido, senão não dá tempo de se equilibrar.

Fonte: http://www.fisicanocoti.com/2013/06/como-se-equilibrar-na-corda-bamba.html

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

Estive meditando sobre os irmãos que ainda permanecem nos domínios palacianos da obra quadragenária, gerenciada pelo gedeltismo, e cheguei a uma conclusão: vivem em uma verdadeira “corda bamba”. O primeiro detalhe, e mais notório nesta prática é o fato de que não há base firme para apoiar os pés, sendo que o equilibrista precisa ter muita habilidade e muita técnica para conseguir manter todo o seu corpo dentro dos limites daquela linha, e ainda imprimir os passos para chegar até o objetivo, o outro lado.

Biblicamente, o alvo de todo crente deve ser a Salvação em Cristo, ou seja, “o outro lado” deveria ser a Eternidade com Deus. Mas, na obra, alguém aqui pode garantir que o que se busca é a Vida Eterna? No nosso artigo cujo link colocamos a seguir, https://diganaoaseita.wordpress.com/2012/11/29/eu-me-convenco-cada-vez-mais-a-casa-da-obra-foi-edificada-na-areia/, o irmão Ézio esclarece bem que o nome escolhido para a organização empresarial eclesiástica é efêmero, e se um brado fosse, o mesmo teria o alcance só até a vinda de Jesus, pois seria inócuo a partir de então, pela questão ilógica de se chamar alguém que já estaria perto, anfitrião das moradas celestiais.

Além disso, as suspeitas de crimes gravíssimos, desvios de condutas e principalmente heresias, demonstrados largamente por todos hodiernamente, e presentes na estrutura piramidal desde muito tempo, não apontam para uma certeza que o apoio da “corda” da obra, colocado como o segundo ponto a ser atingido, leve a essa promessa, tão almejada por aquele que conduz a sua vida em retidão. Mesmo porque, dentro da obra maranática, vez ou outra algum meia-sola “esbarra” na “corda” do fiel, quando persegue, discrimina, abusa, e coloca metas, meios que se tornam fins, enfim encargos que definitivamente nada tem a ver com a vontade de Deus, e consequentemente não conduzem até a Eternidade, embora todos eles tentem garantir que sim.

Destaco agora um ponto interessante e até curioso do nosso texto base, que diz respeito ao centro de massa do equilibrista se localizar próximo ao umbigo. Ora, em sentido conotativo, como esperarmos equilíbrio de um crente que acredita que o “centro de massa” salvífico giraria em torno do “umbigo” do maranata? Por outro turno, sob o prisma denotativo, por ser verdade que o centro de massa físico realmente se localize nessa região do ser humano, o cerne de toda conduta cristã deveria ser em memória da sua ligação com o Eterno, que o gerou, aí sim representado pela marca no abdome, vulgarmente conhecida como umbigo, e em decorrência disso, não há como conceber que o jeito arrogante maranático de ser possa demonstrar qualquer vínculo com esse Soberano Eterno Pai, cuja principal característica é amor!

Não poderíamos deixar de abordar que a corda bamba é fixada em dois pontos, e dois, no dicionário da obra é? Isso mesmo, comunhão! Nosso Deus, quantas vezes eu ouvi isso. Bobo fui em acreditar que praticando heresias, vivendo interpretações alegóricas e tendenciosas da Bíblia,  sem ter tempo para ler a Palavra inclusive, devido a tantos compromissos impostos, obedecendo a homens e não a Deus, eu estaria em comunhão com o Eterno! A comunhão dos  servos, na obra, é tão firme quanto prego na manteiga (https://diganaoaseita.wordpress.com/2013/03/23/na-obra-a-palavra-do-ungido-e-firme-que-nem-prego-na-manteiga/), pois o que é dito hoje pode ser desdito amanhã, o que é revelação antes deixa de ser depois; do nada! Na verdade, não há comunhão alguma no gedeltismo, visto que os interesses não são os da coletividade, e sim os que satisfaçam os caprichos das “celebridades”!

Outro detalhe é que o equilibrista precisa da vara para que consiga retomar o equilíbrio em caso de guinar para um lado ou para outro. A mesma precisa ser pesada, para esta finalidade. Se entendermos tal instrumento como amparo, tal qual o cajado do pastor, eu perguntaria: que segurança existe em receber os conselhos, sugestões, assistências, palavras de conforto, perdão, em caso de possíveis desvios na caminhada, dos meias-solas do gedeltismo? O contrário é mais recorrente, ou seja, ao invés do fiel da obra encontrar amparo, segurança, ele é desestabilizado ainda mais, quando recebe as tratativas do seu “pastor” ou ainda do grupo de “inquisição”. Além disso, o peso é desproporcionalmente maior ao que deveria ser suportado pelo equilibrista, o que traz um efeito contrário ao que seria desejado, pois o esforço de tentar atender ao fardo que o “pastor” coloca em suas mãos, de exigências, trabalhos, recomendações, convocações, orientações tornam a tarefa de andar na corda bamba da obra impossível. Outro acessório específico à prática é o calçado da obra, que é totalmente inapropriado, pois é frágil, de tecido, não apresentando a prontidão do Evangelho da Paz, calçado descrito para o cristão em Efésios 6:15.

Amados, uma corda é destruída com um simples golpe, basta um instrumento cortante e afiado. Vale dizer então que a obra não tem consistência alguma, não traz estabilidade para quem nela se encontra e a qualquer momento, é iminente uma possível queda, pois ninguém consegue cumprir todas as mirabolâncias, dignas de circo mesmo, e não adianta ter 10, 20, 3o ou 40 anos, pois ninguém se sustenta na obra, porque ela não oferece estabilidade alguma. Se fosse enxergada como um entendimento, em outras palavras, entendimento de obra, quem seria capaz de permanecer se equilibrando na corda bamba, carregando uma vara pesada que nem um bonde, e sendo constantemente empurrado pelos meias-solas do sistema, discípulos do gedeltismo? Aí, fica fácil acusar: é um caído, doido, desequilibrado, sem entendimento, maluco, rebelde, mas na verdade o sujeito tenta firmar os seus passos, e não consegue, pois o equilíbrio pleno só é atingido pelo ditador ou um capacho seu, pois a corda bamba é instalada conforme a ideia da sua cabeça.

Quer saber de uma coisa? Depois de tantas quedas, e após perceber que quem deveria me ajudar estava, na verdade, balangando o sistema mais ainda, no sentido de me empurrar para novas quedas, eu resolvi largar essa brincadeira de andar na corda bamba da obra. Vai que eu me machuco mais ainda! Inclusive o seu ponto de chegada não me pareceu ser o Céu, e sim um lugar que recebe gente não muito boa, e por ser tão quente, vai ser suficiente para destruir a corda, ou seja, mais cedo ou mais tarde, vão perceber que nem fixação de apoio existe mais, há muito tempo, e quem atingir o objetivo pleno desse sistema maligno, na íntegra, obedecendo tudo que é ditado como regra, e que já foi percebido como não procede de Deus, pode ter um encontro com alguém que queira matar, roubar e destruir. Tô fora! E você, vai ficar nessa brincadeira que, dependendo da altura, pode te levar direto para a morte? O perigo é constante!

Pense nisso! Um bom final de semana a todos! Graça e Paz de Deus!

Alandati.

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