A REVELAÇÃO ATUAL DA OBRA É: “RCE, PSE”!

Entendeu? Não? Peço, de antemão, aos leitores, paciência, pois esse “mistério da última hora” há de ser desvendado até o fim do artigo. Refiro-me à sopa de letrinhas “rce, pse”, inicialmente sem sentido, é claro, mas que guardam um segredo que demonstra claramente a intenção atual dos seguidores do gedeltismo.

Chamo a atenção de todos para lerem o artigo até o fim, pois nada ficará oculto, sendo que nehum leitor estará isento do conhecimento da real, clara e cristalina vontade “dossinhô” (ou seria salgadinhô!?) para o momento que a “obra” está vivendo. Mas antes uma pequena introdução se faz necessária, para organizarmos historicamente as ideias quanto ao marketing que sempre foi feito dentro dos domínios palacianos da rainha, o que passamos a fazer a seguir.

Sempre, desde que se ouviu falar em obra, a mesma foi intocável, impoluta, irretocável, imexível, maravilhosa, enfim, digna de todos os adjetivos que pudessem expressar a sua perfeição. Tudo na obra sempre foi melhor do que em outro lugar! Todas as orientações da obra sempre foram legitimamente divinas! Todas as armas da obra sempre foram infalíveis! Isso foi sempre o que quiseram nos fazer acreditar, não é verdade? Até os fieis da obra sempre foram melhores! O que falar dos valetes, ops, valentes, “ungidos do sinhô”…?

Aceitar algo misturado com outros entendimentos, principalmente de outros grupos religiosos, sempre foi algo inadmissível! Misturar posturas comuns de outros grupos sempre foi algo que a obra não suportava, ao menos antes de todos os escândalos que a envolveram. Esse isolamento sectarista sempre foi disseminado na obra por meio de frasezinhas de efeito, como: “obra é obra, o resto é sobra”, “a obra não se mistura com a mescla”, “a obra é diferente dos movimentos”, “quem não é desta obra quer vir para ela”, “a obra não é religião”, etc.

Além do afastamento de outras práticas denominacionais, a obra, por meio dos seus “promoters“, sempre buscou transmitir uma isenção daquilo que é errado, confuso, duvidoso, mentiroso, equivocado, ou seja, do ponto de vista humano também, o que sempre prevalecia para ser enxertado nas mentes dos seguidores do sistema é que tudo era limpinho, perfeito, absoluto, sem manchas, cheiroso, desimpedido, desembaraçado, exatamente porque acreditava-se que, só na obra, havia revelação divina, e portanto, consequentemente garantir-se-ia a vitória, o melhor, o correto, o perfeito para tudo e para todos, sempre, em decorrência do conhecimento prévio, pretenso aviso de Deus, recorrente exclusivamente na obra.

Deixando essa construção arenosa movediça de lado, pois todos sabemos que o que se viveu, na obra, esses anos todos, não a separou em nada do que se vive e/ou viveu em qualquer seita, e que tudo que sempre foi discursado restou comprovado como mentiroso, trazemos à baila mais um causo da obra, o qual já ocorreu há algum tempo, e que trouxe a chave do nosso mistério para esta última hora, e que vai nos ajudar a revelar o segredo escondido por detrás da mais nova frasezinha de efeito proferida: “rce, pse!”.

Um dos asseclas do gedeltismo, mestre venerário do QG das heresias, garoto-propaganda da obra, por nós já abordado por aqui, neste blog, como por exemplo em

https://diganaoaseita.wordpress.com/2013/09/07/ungido-do-rio/,

em um encontro social, quando se questionava o possível retorno de gedeuspapa ao seu trono, após afastamento judicial, inclusive com prisão, mesmo presenciando alguns, naquela reunião, dizerem que isso seria um absurdo, e que seria contrário a tudo que foi sempre pregado, esse mesmo citado, ao qual alguns chamam de pastor, proferiu a frase mágica: “Fulana, ruim com ele, pior sem ele!”. Entendeu agora? Ruim com ele (rce), pior sem ele (pse)! Ruim com gedeuspapa, pior sem gedeuspapa!

Interessante que a obra, antes disso tudo, referindo-me aos diversos escândalos envolvendo demandas judiciais, reportagens na mídia, contratações de profissionais do marketing, afastamento dos líderes, prisões, investigação na seara estadual com consequente denúncia, inquérito federal, esvaziamente de membros, resolvia tudo com a máxima “OSSINHÔRREVELÔ”, então, não seria difícil, há tempos atrás, se tudo isso não tivesse acontecido, declarar que “OSSINHÔRREVELÔ A VOLTA DO GEDEUSPAPA”, e pronto: as ovelhas cabisbaixas subservientes atenderiam, e “tava tudo certo”, mas os tempos são outros, e não se pode mais resolver assim. Afinal, por muito menos, pessoas que não foram nem presas levaram a pecha de caídas e foram banidas da obra, então muitos, que inclusive aprenderam isso com ele mesmo, não podem aceitar um caído no governo da organização, pretensa religiosa, mas notadamente empresarial, mesmo que esse caído seja o líder fundador!

O fato é que, com a cara mais lavada do mundo, e na base da batatada e do cuspe mesmo, o que se deseja é que esse mesmo caído, sócio-remido-fundador do clube gedeltiano, volte à cena dos holofotes, visto que, nos bastidores, nunca deixou a titularidade da obra genuína do sinhô, a qual, não se iludam, tem dono com nome e endereço. Algumas aparições aqui e acolá do líder demonstram claramente isso! Além disso, as posturas dos gerentes atuais do negócio lucrativo do pes (antes mais ainda) são exatamente as mesmas que as do fundador, vide as perseguições por meio de demandas judiciais e outros meios, como a difamação, promovidos em face dos retirantes. Tudo isso demonstra uma conduta particularizada, conhecida, e que identifica o seu idealizador.

De uma forma bem cristalina então declaramos que a intenção é de, a qualquer custo, trazer de novo à evidência, o líder-mor do gedeltismo, sendo o único impedimento disso, por ora, o fato de boa parte do povo, oxalá seja a maioria, ter acordado para a mentira que viviam, mas que ainda se sentem obrigados a manter vínculo com a “obra”, só que colocam como divisor de águas exatamente o fato de presenciar esse retorno, sendo taxativos em afirmar que: “se um dia ele voltar, eu me levanto e saio”.

O argumento do “ungido do rio” então é “rce” (ruim com ele), pois afinal não dá para negar que o mesmo manchou a obra, que era perfeita, assim como todos eles mancharam, por isso o adjetivo “ruim”, relacionado a sua presença, mas como ele é o dono, e todos sabem disso agora, inclusive e principalmente ele (o garoto-propaganda da obra), a orientação dossinhô, para esta última hora, é “pse” (pior sem ele), deixando bem claro que ele deve voltar, a gerência precisa ser dele, sempre foi, o império foi construído dessa forma, e todos têm que engolir isso, exatamente dessa forma.

E você, o que acha da mais nova revelação para a obra: “rce, pse”? Antes, aceitava só do “bom e do melhor”, mas hoje, engole-se o que é “ruim” mesmo, simplesmente por falta de opção, do tipo, “não tem tu, vai tu mesmo!”. Estranho, não é? Por que será?

Quanto a isso, eu me reservo a dizer só uma coisa: chupa que é de uva! E digo mais, foge dela, povo meu! Por fim, oportunamente, parafraseando o tetra-campeão mundial Zagalo, replico a sua frase, que se assemelha muito à nova revelação da obra para o momento: “Vocês vão ter que me engolir”, mas agora oriundas do GGalo!

Graça e Paz de Deus a todos!

Alandati.

 

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5 Respostas para “A REVELAÇÃO ATUAL DA OBRA É: “RCE, PSE”!

  1. Alandati,

    como sempre se expressando brilhantemente!
    Eu sempre achei que o ge(deus)papa não deveria se afastar do trono papal, afinal, ele toma café com o anjo que dita as circulares que os ge$tore$ e os escravos devem OBDC.

    E os que falavam com orgulho: “Se ele subir no púlpito eu me levanto e saio.” não cumpriram com sua palavra. Pelo menos a maioria.

    Sabe, eles devem mesmo estar com saudades do cuspe, do mau humor, dos gritos roucos, da falta de educação, da feiura, do pigarro… e tudo o mais que caracteriza o dono da oubra.

    A oubra sem seu cabeça/fundador/dono/administrador vitalício não é a mesma oubra. Seria como a abelha sem flor, o peixe sem água,…
    A oubra e o ge(deus)papa se fundem em uma peça única, onde uma não sobrevive sem a outra. Ela(a oubra) é dele, por ele e para ele.

    O bom de tudo é estar longe dessa imundície.
    Obrigada bondoso Deus! Aleluias!

    Eurípia Inês

    • Realmente, irmã Eurípia, não devemos jamais deixar de reconhecer o grande milagre de termos os nossos olhos abertos para a realidade, com relação a oubra, e mais ainda, por termos tido força para sairmos dessa imundície, como descreveu a irmã.

      Graça e Paz,

      Alandati.

  2. Se me permite um adendo? GostAria de relatar a nova tática que se tem aplicado, a membresia tem aceitado a falácia de que GG é perseguido e muitos o tem como mártire. Tais conceitos de perseguição e mártire tem se adquirido através da famosa consulta a palavra.
    Lamentável !
    .
    .
    .
    Que absurdo! Esta oubra é mesmo um hospício!
    Foge dela, povo meu!
    Alandati.

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