A TEORIA DA PROSPERIDADE É VELADA, NA OBRA!

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Os nossos leitores do blog já devem conhecer uma tese nossa, relacionada à transmissão de condutas com base no relacionamento de cada um com Deus. Em suma, seria perceber que quem é obediente, honesto, fiel, sincero com as coisas divinas consegue transparecer isso para aqueles que são seus orientados. Contudo, se alguém desobedece a Deus, por questão lógica, não consegue formar discípulos que sejam obedientes a Deus, pois suas orientações soam como vazias, não seguidas de seu próprio exemplo.  Abordamos claramente isso no artigo https://diganaoaseita.wordpress.com/2012/08/31/a-desobediencia-gera-desobedientes/.

Não é difícil perceber que um formatado da maranata tem grande chance de ser idólatra, sem saber. Leia um pouco sobre isso no artigo https://diganaoaseita.wordpress.com/2012/10/29/icm-idolatria-camuflada-na-mentira/. Embora, isso possa parecer ofensivo, de plano, gostaríamos de esclarecer que não, visto que também reconhecemos que fomos idólatras pelo que vivíamos na maranata. Arriscamos ainda em dizer que muitos continuam sendo idólatras, mesmo sendo retirantes da obra, porque não demonstram interesse algum em estudar, examinando as Escrituras com mais profundidade e imparcialidade. Até nós, dado o pouco tempo de libertação da seita, podemos apresentar alguma prática que possa ser classificada como idolatria ou heresia pela Bíblia. O importante é tomar a postura dos bereianos, para que não se persista no erro.

Mas, estaríamos querendo dizer que uma vez desobediente, porque recebeu orientações, sugestões, conselhos, “revelações”, de desobedientes de Deus, estar-se-ia fadado ao mundo da desobediência para sempre? Óbvio que não! A maldição pode ser quebrada com o retorno àquilo que é a vontade de Deus, bastando um rompimento com os laços que o sistema desobediente, herético-idólatra exerce sobre o “discípulo rebelde”, com terminologia aqui de rebeldia ligada não necessariamente a sua autonomia, mas aos ensinos oriundos do mentor, desobediente, e que não condiziam com a Palavra de Deus, a qual precisa, de uma vez por todas, ser investigada. Aproveito para apelar àqueles que não estão assim procedendo, ou seja, examinando a Bíblia, pois sem isso jamais vão perceber a condição de idolatria, heresia, apostasia em que se encontram, e aí, se estivermos certos, como quebrarão a maldição?

Bem, após essa organização de ideias, partimos para o assunto do presente artigo, que é algo sutilmente percebido nos icemíticos e até em alguns ex-icemíticos, que diz respeito ao imenso apego aos bens materiais. Gostaria de sugerir a leitura do artigo: https://diganaoaseita.wordpress.com/2013/01/16/a-maranata-ou-a-moranota-o-que-voce-nota/, onde registramos uma visão externa de muitos que interagem com os “servos da obra” na sociedade e percebem esse valor dado ao dinheiro, a ponto de apelidar a seita de “amor-à-nota”. Já conseguem perceber a malignidade de termos sido orientados por “mestres” da avareza? Será que nenhuma sequela, ligada ao apego ao dinheiro, e consequente adoração ao deus mamom podem ser percebidos nos seguidores da seita maranata? Leia também: https://diganaoaseita.wordpress.com/2012/10/19/ipm-igreja-paga-magnata-ora-vem-sinho-mamom/. Alguém acha que é tarefa fácil apagar da mente o entendimento que é abençoado quem é rico, próspero, ostentador, como os da cúpula e muitos discípulos do gedeltismo? Só Jesus para libertar verdadeiramente o homem dessa praga!

É curioso perceber que muitos que ainda permanecem no sistema icemítico ou até mesmo alguns egressos são totalmente entorpecidos pelo dinheiro, motivados a viver em busca incessante por enriquecimento. Que miséria de evangelho é esse, que impede as pessoas de pensarem umas nas outras, de ajudarem, de assistirem a quem nem sonha em ser abastado, mas luta até pela sua sobrevivência e pela sobrevivência da sua família, podendo estar faltando até comida em casa? Será que não é herança dos reconhecidamente discípulos de mamom? Como alguém que serve em uma obra, cujo deus principal é mamom, pode não ser discípulo de mamom? É fácil perceber que pouquíssimos conseguem escapar dessa herança maldita! O pior é que muitos desses combatem a famigerada “teoria da prosperidade”, quando se usam os púlpitos para demonstrar que servir a Deus seria um ótimo “investimento”! Irônico, né? No bojo, no bojo, parece que é ao mesmo deus que está se servindo, sem tirar nem por!

A prática, qual é? Imaginem pessoas que não falam em mais nada, só em dinheiro, em ganhar mais e mais, abrir negócios, ficarem ricas, comprarem coisas novas, imóveis, carros, eletrônicos, etc. Ressaltemos que não há problema algum em alguém ficar rico, desde que seja fruto do suor do seu rosto, e por consequência natural do seu trabalho, quase que “acidentalmente”, mas o que estamos falando é um exagero, um vício, uma patologia, uma doença, que cega qualquer tipo de visão, principalmente humanística, o que vale dizer que o que é material supera, em importância, os valores humanos, da família, de amizade, de urbanidade, de educação, de companheirismo, e é dessa miséria que estamos falando.

Chega a ser chato ficar próximo de pessoas assim, que são insaciáveis por adquirir cada vez mais, não importando o que já tenham conquistado, valendo para suas vidas particulares ou para congregação onde se reúnem. Segundo a nossa tese então, e que gostaríamos de chamar a atenção é que isso é uma herança dos que servem a mamom e isso precisa ser percebido e quebrado o quanto antes, pois nos parece totalmente incompatível com a postura do verdadeiro cristão, carecendo de uma conversão legítima. Você conhece alguém assim? Eu, infelizmente, conheço vários!

Pensem nisso! Graça e Paz de Deus a todos!

Alandati.

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16 Respostas para “A TEORIA DA PROSPERIDADE É VELADA, NA OBRA!

  1. Caríssimo, o próprio Senhor Jesus disse que joio e trigo estariam juntos. Entenda uma coisa: denominações são várias e o corpo de Cristo é único espalhado por elas. Jesus nos alerta que se tentarmos arrancar o joio podemos retirar o trigo junto. Não há denominação perfeita. O Senhor conhece os nossos corações e creio que Ele sabe em qual devemos ficar, por quanto tempo. Lembra que os primeiros cristãos foram rotulados por alguns de a Seita dos Nazarenos. Então? “Não permita que ninguém tome a tua coroa”. Vamos prosseguindo…
    Paz e graça!
    Claudine

    • Cara irmã Claudine, é um prazer em tê-la aqui! De coração, fique à vontade. Mas, se me permite uma ponderação, com todo o respeito, eu gostaria que a irmã fosse mais objetiva com relação ao tema do artigo. Será que ele pode ser contestado?

      O que a irmã falou é corretíssimo, mas fiquei a me perguntar, e talvez seja a dúvida de outros que leem, qual seria a relação com o assunto em si do artigo onde foi registrado o comentário?

      Não me leve a mal, mas se a irmã quis, mesmo com muita sutileza e de forma delicada, tentar abafar uma voz que expressa a verdade a respeito de algum assunto, no caso, a teoria da prosperidade velada da obra, podendo ocorrer em outros lugares/denominações, eu teria todo o direito de detectar uma atitude de omissão, na tua fala, que não condiz com uma postura também bíblica, que é a dos crentes de Bereia.

      Sob o pretexto de os primeiros cristãos serem chamados de seita, eu vou me acostumar com isso, recebendo todo e qualquer tipo de informação que venha a levar a crer que eu possa estar vivendo em uma seita, mas vou seguir defendendo aquele grupo e suas práticas, e ainda dizendo que não há lugar (denominação) perfeito(a), ou seja, reforçando que devo permanecer ali, sem atentar para o mínimo de questionamento? Isso parece fugir o razoável!

      O que os icemitas (servos da icm) precisam perceber é que ninguém é a favor de arrancá-los, como joio no meio do trigo, da maranata, e sim esclarecê-los das verdades que podem estar a nosso alcance, simplesmente pela vivência que tivemos com esse sistema, inclusive nos bastidores, no intuito de poupá-los de enormes decepções futuras. Se, por ventura, o recebedor da informação quiser questionar a sua veracidade, contra-argumentando, isso é extremamente relevante, e útil para o crescimento, mas “acusar” alguém de perseguidor, como alguém que gostaria de tirar o joio do meio do trigo à força, sem contudo conseguir confrontar os argumentos que são utilizados pelo autor, podendo até concordar com eles (não sei), parece-me que é um caso típico e cristalino de uma falácia ad hominem, que, em curtas palavras, significa atacar o autor da informação, ao invés de considerar a possibilidade do que ele esteja falando seja verdade.

      Pense nisso, com carinho! Gostaria muitíssimo que a irmã e/ou qualquer um outro da icm pudesse questionar os conteúdos dos artigos, mas até hoje, infelizmente, eu só pude perceber, pelas mensagens que recebo in box, que os irmãos só sabem dizer que nós, autores dos artigos, agimos como anticristos, perseguindo, criticando os icemitas, e declarando que não há lugar perfeito, se olharmos não vamos para lugar nenhum, etc…

      Desculpa, mas a irmã esboçou algo um pouco diferente, mas seguiu na mesma linha dos anteriores. Repetindo, para não restar dúvida: não atacou o conteúdo do artigo e sim partiu para “aconselhar” o autor, intentando desencorajá-lo de continuar escrevendo sobre aquilo. Estaria errado?

      Com isso, jamais quero constrangê-la a não escrever mais, pelo contrário, gostaria que o debate fosse enriquecido com inúmeros comentários, mas que fossem diferentes desse discurso de não há lugar perfeito, não devemos tirar as pessoas das denominações (sinceramente, é isso que a irmã percebeu nesse texto, ou em outro?), deve-se ficar onde está, porque Deus quer assim e pronto (mesmo havendo inúmeras acusações graves de ferimento da Palavra de Deus e crimes , em tese), ou que sinalizem que o autor (no caso, eu) estaria fora do caminho da tomada da coroa da vida (como a irmã identificaria um distanciamento ou um desleixo em relação a essa finalidade? Será que foi escrito um artigo abordando algo que pode ser verdadeiro? Se pode ser verdadeiro, não tendo sido questionado, a coroa estaria mais distante?)

      Deixo ainda outra pergunta: se a maranata for realmente uma seita, como estamos dizendo, quando isso vai poder ser percebido, visto que o argumento de os primeiros cristãos terem sido taxados assim, parece-nos fechado? Ora, se todo grupo que é chamado de seita, com argumentos para tal, for pensar assim, será que não se corre o risco de alguém poder viver em uma seita, em alguma denominação que seja? Se Deus quiser nos usar para esclarecermos isso, e os ouvidos estiverem tapados, será tão fácil assim perceber isso pelas próprias forças espirituais de cada um?

      Por último: irmã, sinceramente, se alguém se sente bem, vive feliz, e vai ter a coroa da vida, vivendo inocente ou não em uma seita, ou em uma denominação que se suspeita em ser seita, vai da decisão de cada um, e da experiência pessoal com Deus de cada um. Mas, isso não me tira o direito de escrever algo que diz respeito a uma discussão no campo das ideias. Resumindo: o que há muito gostaria de declarar aqui é se alguém está felicíssimo na maranata, achando que Deus quer que fique ali, ótimo, essa atitude deve ser respeitada. Por outro lado, se alguém quer abrir a “caixa de ferramentas” e expressar, com exatidão e honestidade, um assunto de dentro da “obra”, por que ele deveria ser criticado por essa atitude? Ou a irmã seria partidária daquela corrente que diz: “sai, mas não pode ficar falando mal!” Eu perguntaria: falar a verdade, com amor, alertando, esclarecendo, é falar mal? As próprias atitudes de alguns líderes e até seguidores da maranata, em tomar posturas erradas, por si sós, já não soam como um “falar mal” da obra? Quando a mídia divulga os fatos, sendo alguns decorrentes de investigações dos órgãos do aparelho estatal, essa estaria “falando mal”?

      Um grande abraço fraternal à querida irmã, a seus dois filhinhos, e a outros familiares!

      Graça e Paz de Deus a todos!

      Alandati.

      • Não irmão, se foi vivenciado por você, não pode ser contestado. Mas não quer dizer que seja generalizado. Está tudo errado mesmo a começar por termos que usar sobrenome agora. Cristão devia ser cristão e pronto. Esse negócio de cristão icemita, cristão batista, cristão metodista, cristão católico ou cristão evangélico é muito chato. Aí ficava mais fácil porque você então direcionava o alerta para onde o problema estava acontecendo como na bíblia onde são citadas as cidades com as qualidades e defeitos exortando ao arrependimento. Só Jesus voltando pra acabar com essa bagunça. Desculpa se estou sendo confusa em expor minhas idéias. Depois que havia comentado é que vi outro artigo onde se encaixava melhor meu comentário. É que aqui onde congrego não pude observar este defeito, não quer dizer que não tenha outros. Mas o Senhor nos deu esta liberdade de nos exortarmos uns aos outros com amor. Vamos prosseguindo… Em Cristo Jesus, Claudine.

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        “A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” Rom 14:22.

      • Olha irmão, uma ex colega de trabalho da minha mãe que é da Batista perguntou pra ela como eu fui parar na Maranata. Por que eu não fui pra Batista ou pra Presbiteriana? A minha mãe teve a coragem de responder que eu fiz igual cachorro, entrei porque achei a porta aberta. Palavras fora do Espírito ferem e não edificam. Como argumentar? Falar o quê? Como falei com ela, falo também com você:
        ” Não é feito de tijolo e madeira não, é Jesus bem vivo no coração”.
        A Maranata não é essencial para eu viver, Jesus sim. Ele é responsável por tudo de bom que há em mim, tudo. Se fosse um vício, como o irmão afirma, já teria morrido porque fui retirada do convívio com os irmãos abruptamente por mais de um ano. Desculpa não compartilhar com os irmãos todas as experiências maravilhosas vividas nestes 18 anos para justificar como o irmão solicita porque não tenho a intenção de convencer ninguém de nada. Este é um papel que cabe ao Espírito Santo, não a mim.
        Recomendo aos irmãos os DVD’s do Cláudio Duarte, ele trata dessas coisas de uma maneira interessante. Lembro de dois relatos dele que vou citar aqui. Logo que se converteu, alguém da igreja que ele frequentava pediu a ele R$50,00 emprestado e não devolveu até hoje. Ele achava que isso nunca aconteceria na igreja. Em outro, ele fala que se não fosse o Espírito Santo, a placa da igreja poderia ser trocada para Carandiru, um lugar com ex-traficante, ex-prostituta, ex-isso e ex-aquilo daria certo?
        Pergunto ao irmão, quem é responsável pelo chamado? Eu ou Deus. O irmão acha que 100% das pessoas que estão nas igrejas já recebeu o seu? Conhecer a voz do Senhor é algo maravilhoso, que transforma, mas não depende de nós. O que aprendi na Maranata e que acho louvável é olhar para o Senhor porque o homem é falho. Mas, olhando para o homem, lembre que Jesus morreu por cada um e ensinou a amar o próximo como a ti mesmo.
        Quando fiquei sabendo da prisão do Gedelti, pelo Jornal Hoje, me entristeci muito. Certo ou errado, um irmão meu estava sendo preso. Ou por acaso o irmão se alegrou com isso? De qualquer forma é triste, se inocente e pior, se culpado. Quem quer que seja é muito triste ver o adversário vitorioso na disputa.
        Que Deus continue nos abençoando e nos alegrando com a sua presença maravilhosa em nossos corações (o nosso templo real).
        Graça e paz irmãos.
        Claudine.

      • Irmã Claudine, se a tua própria mãe não encontra justificativa plausível para a tua conversão na maranata, e ela te conhece melhor do que qualquer um outro, por mais que sejam palavras “não edificantes”, será que ela não pode estar certa?

        Se a irmã, voluntariamente, contou, aqui no blog, a experiência de começar a frequentar a “obra”, pressupondo que seria algo natural em registrar (sem pressão), o fato em si é extremamente pargo em argumentação, sobretudo para o que queremos demonstrar com o nosso trabalho, qual seja, a maranata é uma seita, não acha? Aliás, a irmã não comentou nada sobre o fato de o próprio Gedelti chamar a maranata de seita, na crônica do Morro do Moreno. Comente a respeito.

        Doutora, se algum paciente relatasse fortes dores de cabeça em seu consultório, o diagnóstico seria o de cefaleia e pronto, com prescrição de medicamentos para combate a esse mal? Não seria investigada a causa da cefaleia?

        Podemos trocar infinitas mensagens, mas gostaria que prestasse atenção a uma coisa. Algo te trouxe aqui no blog, e tenho quase certeza que não foi para firmar o teu “entendimento de obra”! Tua “dor de cabeça” tem uma causa oculta, que você precisa descobrir, e pode residir na falta de transparência como te trataram, não pode? Estamos aqui para ajudar! Mesmo porque, na maranata, não se tem informação de nada, não é mesmo?

        Sobre o “vício” da obra, permita-me discordar da morte, por ter supostamente se afastado por um ano, pois, diante das tuas falas, a dependência é cada vez mais evidente, mesmo que teoricamente queira se libertar, visto que “fez uso” do “maranatês” esse tempo todo, mesmo não estando fisicamente na casinha de tijolos, mas alimentando o “vício” (amor à obra) em casa. Parece prepotência, mas não é razoável entender que alguém vá para um lugar, simplesmente porque tenha se sentido bem. Pergunto se esse se “sentir bem” é repetido em todos os cultos? Ou cumpre-se um protocolo, repetindo orientações dos homens, para “tapar buraco”, e fica tudo certo?

        Sobre prisões, eu gostaria de registrar que não foi só gg que foi preso, e vários outros “gerentes do negócio”, e o Ministério Público Estadual do ES denominou tal pessoa como vértice da pirâmide do crime, classificando a maranata como uma sofisticada organização criminosa. A irmã não sabia disso? Os promotores receberam uma revelação do sinhô??? Antes desses pastores, líderes da denominação serem presos, a irmã Claudine foi esclarecida que isso poderia acontecer? Ou foi dito que estava “tudo certo” e que tudo não passava de perseguição? (Por favor, responda os questionamentos, pois precisamos saber o que pensa a respeito).

        Sugiro ainda a leitura do nosso artigo de página, cujo título é NA OBRA, NADA SE CRIA, NADA SE PERDE, TUDO SE COPIA! https://diganaoaseita.wordpress.com/na-obra-nada-se-cria-nada-se-perde-tudo-se-copia/. Há outras postagens que demonstram em detalhes o que afirmamos, sobre a seita maranata. Fique à vontade em contestar os conteúdos, que infelizmente não pude perceber nos teus comentários.

        Fique com a Graça e a Paz de Deus,

        Alandati.

      • Estou certa que não. Jesus também passou por isso. Não acho. Aqueles que andavam com Jesus também eram chamados assim e não eram. Fiquei sabendo de todas as prisões sim. Como Jesus ensinou, não estou aqui para atirar pedra em ninguém. Sobre o Gedelti chamar a Maranata de seita, pergunto ao irmão quando esta declaração foi dada? Ou o próprio irmão já não falou e concordou com coisas que depois da conversão a Cristo passou a abominar ou vice-versa? Como aconteceu com Paulo, que cheio de boas intenções, achando fazer a vontade de Deus, perseguia os irmãos? Desculpa irmão mas,com todo respeito, não quero ver mais nada do seu blog pois a sua experiência diverge da minha, lembrarei de você nas minhas orações. Em Cristo Jesus, Claudine.

        … > > > > > > > > > > > > … “A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” Rom 14:22.

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      • Querida irmã Claudine, foi um prazer em tê-la aqui, embora em espaço curto de tempo. Sobre o uso do termo “seita” pelo fundador da maranata, isso se deu em 1992, quando a sua obra já tinha 24 aninhos, visto que emergiu em 1968, mas isso não vem ao caso, pois parece que a irmã não teve nem a curiosidade em acessar o link da crônica que postei em uma das minhas mensagens, aqui mesmo no nosso diálogo, indicando que não estaria tão interessada assim…

        Bem, reitero as minhas saudações feitas inicialmente. Declaro mais uma vez que fique à vontade! E se de tudo não mais nos falarmos, foi realmente um prazer, e que Deus a abençoe em tudo, saúde, família, trabalho e até mesmo vida eclesiástica.

        Oração nunca é demais! Agradeço muitíssimo a preocupação em nos jogar aos pés do Soberano e Eterno Deus! Todos nós precisamos! Se não se incomodar, esse “caído” (termo dos que saem da maranata, chamados pelos icemitas) aqui também vai orar pela irmã! Mas não se esqueça, se as coisas apertarem por lá, quando for percebido o mínimo de consonância com a nossa tese, estaremos aqui. Ok?

        Tudo de bom! Graça e Paz de Deus!

        Alandati.

  2. Perfeito, irmã Claudine, eu concordo plenamente com o entendimento da irmã. Todos nós, que professamos nossa fé em Cristo, somos cristãos e pronto, mas aí então reside o nosso trabalho. Pensa comigo:

    1) os cristãos da maranata foram ensinados disso (que todos são cristãos iguais)? Responda com sinceridade.

    2) os que saem da maranata não são chamados de caídos da fé, principalmente pela liderança, e também por boa parte dos membros, só porque deixaram a denominação?

    3) será que não são lançadas maldições sobre os que deixam a icm, e simplesmente passam a frequentar outra, em forma de um verdadeiro psicoterror?

    4) até ocorrerem os escândalos da icm ou até mesmo agora, após os mesmos, há liberdade em alguém pelo menos visitar outras denominações, também cristãs, sem ser repudiado por este ato, na icm?

    5) alguém tem liberdade de questionar as doutrinas da maranata, usando suas experiências de cristãos em outras denominações, quando não concorda com alguns posicionamentos?

    Bem, eu acho que não há dúvidas que as respostas às perguntas acima e a várias outras demonstram que não somos nós que fazemos essa separação de cristãos, e sim principalmente os que governam a icm-pes.

    Ademais, irmã, o propósito do blog é específico em negar um sistema que conhecemos bem, por isso o “a” craseado no título do blog “diga não à seita”, e não haveria outra forma em mencionar os cristãos sinceros de dentro da seita maranata (o próprio fundador da denominação chamou assim em http://www.morrodomoreno.com.br/materias/memorias-de-um-canela-verde.html) a não ser chamando de icemitas ou icemíticos, pois, na verdade, não poderíamos ser levianos em apontar erros de outras denominações, que não conhecemos por vivência, incorrendo em erro de generalização, o qual a própria irmã busca afastar. Aliás, essa crítica, de usar os vexames, escândalos de outras denominações, foi sempre tática usada por “mestres” do seminário em Domingos Martins, não é verdade? Será que o intento era o de reconhecer que todos eram cristãos, incitando a condolências ou era o de ridicularizar os outros em detrimento de exaltação da denominação como “obra perfeita”, “filho único”?

    Viu que, após isso tudo, podemos estar certos que a maranata possa ser realmente uma seita, tendo em vista o sectarismo exagerado; o poder centralizado; a falta de transparência; a não participação dos membros (em assembleia, como a Bíblia); desvios de valores comunitários; outorga de “super poderes” aos “ungidos”, que não podem ser “tocados”; existência assombrosa de dogmas, idênticos à ICAR; uma paixão inflamada pela denominação e não a Cristo (como a irmã acredita e segue, e que seria o correto), etc.

    Há quase dois anos, escrevemos sobre isso, e gostaria que a irmã lesse com carinho os mais de quatrocentos artigos do blog, e se puder contestar alguma informação neles contida, usando a Palavra, como já dissemos, seria o nosso deleite, com toda a sinceridade, pois estaríamos nos enriquecendo muitíssimo no conhecimento das Escrituras Sagradas, fato que, irmã, sem ofensas, mas que individualmente falando, eu não pude empreender nos quase vinte anos servindo na icm, porque o “dinamismo” da obra não permitia.

    Que Deus abençoe a tua família.

    Graça e Paz,

    Alandati.

    PS: nossos registros são do local de emergência da icm, ou seja, do “olho do furacão”, o que vale dizer que alguns regionalismos podem não perceber a ênfase que damos às informações, mas nem por isso deixam de ser seguidas de extrema sinceridade e honestidade.

      • Então vou contar minha experiência. Era eu da ICAR e conversava sempre com Deus como gostaria que fosse a casa Dele. Um lugar tranquilo onde eu pudesse realmente participar da missa e não somente assistir sem que houvesse a necessidade de participar de grupos. Pois minha mãe me aconselhava a participar do grupo de jovens quando reclamava que não conhecia a letra do que estava sendo cantado, então como participar? E sentia que quanto mais pedia pior ficava visto que na renovação carismática as pessoas começaram a dançar e bater palmas. Deixei então de ir com frequência, fazia minhas orações em casa… mas uma missa em especial me fez não mais querer continuar. Estava na véspera do vestibular (eu já no último ano da faculdade e no primeiro de casada) e a igreja estava cheia de jovens e eu muito me alegrei com isto. Mas o padre na hora da omilía não aproveitou a oportunidade para falar de Deus e seu Amor, pelo contrário falou que os jovens não passavam de interesseiros. Pensei comigo: Será que Jesus agiria assim? Fiquei muito triste.
        Também não procurei outras igrejas. Continuei fazendo minhas orações em casa. Como falei, estava no último ano da faculdade e sempre na mudança de estágio faziamos reuniões com a comissão de formatura. Na última reunião me dei conta de que não falavam em culto. Então perguntei se não teria e ao que responderam dei minha opinião: Se fossemos todos católicos não via nenhum problema mas como havia colegas de outras religiões achava uma falta de respeito que não fossem consultados. Eram 3: um da ICM, outra da Adventista e a terceira da Batista acho.
        Então irmãos, considero o culto de formatura na ICM um presente de Deus pra minha vida. Porque quando me casei disse que não mais iria só a lugar algum e no dia do culto meu marido não pode ir comigo e fui só mesmo em consideração aos meus colegas. E foi lindo! Foram tantas as palavras de esperança dadas a nós médicos recém-formados! Todos choramos, quebrantados.
        Mas no dia seguinte, houve a missa e foi muito triste porque falaram apenas do lado ruim da medicina: aborto, eutanásia, erro médico… E um dos padres estava bêbado. Senti muita pena das pessoas que haviam organizado tudo porque elas realmente se empenharam. Perguntei a única colega que chorava porque chorava e ela me disse: Meus pais são ministros da eucaristia lá na minha cidade e é muito triste vê-los aqui depois de uma viagem tão longa participando de algo tão triste assim, que falta de amor. Ontem foi tão lindo!
        Já se passaram 18 anos irmãos. Mas uma coisa eu guardei e que acho a mais importante de todas. Quando sai do culto havia uma irmã na porta e eu perguntei: gostei tanto daqui, eu posso voltar? E ela me disse: Claro! Eu posso te falar uma coisa? Eu disse: sim. Ela me disse: Em qualquer lugar que você for que houver homens, um dia alguém pode te decepcionar; mas, esta aqui não. E me mostrou a Bíblia que estava em suas mãos e disse: Esta é a Palavra de Deus pra sua vida. Tudo que precisar, você encontará aqui.
        E assim irmãos eu vou prosseguindo… Chorando com os que choram e me alegrando com os que se alegram e acima de tudo respeitando, não sendo omissa. Porque o Espírito Santo não nos permite isso, ao contrário, nos dá sabedoria diante das situações.
        Gostaria de deixar para a meditação dos irmãos:
        “E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?
        Ou, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião?
        e vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Lucas 11:11-13
        ” Ora, ao que é fraco na fé, acolhei-o, mas não para condenar-lhe os escrúpulos. Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come só legumes. Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus o acolheu. Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, quer vivamos quer morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto mesmo que Cristo morreu e tornou a viver, para ser Senhor tanto de mortos como de vivos. Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus. Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua louvará a Deus. Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nada é de si mesmo imundo a não ser para aquele que assim o considera; para esse é imundo. Pois, se pela tua comida se entristece teu irmão, já não andas segundo o amor. Não faças perecer por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. Não seja pois censurado o vosso bem; porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo.Pois quem nisso serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens. Assim, pois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua. Não destruas por causa da comida a obra de Deus. Na verdade tudo é limpo, mas é um mal para o homem dar motivo de tropeço pelo comer. Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outra coisa em que teu irmão tropece. A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.” Romanos 14
        Em Cristo Jesus,
        Claudine.

  3. Gostaria também de recomendar um livro: “As cinco linguagens do amor de Deus” Gary Chapman
    Um abraço a todos.
    Em Cristo Jesus,
    Claudine.

    • Irmã com todo o respeito, a icm é uma seita cheia de heresias, terrorismo, falsos dons e muita manipulação. Cabe aos Atalaias anunciarem a verdade, portanto não nos cabe começar recitar versículos, pois os membros da icm buscam nos blogs, o que lhes é sonegado pelos pastores da icm. 2Coríntios 13:8 “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”.Que Deus abençõe a irmã.

  4. Irmãos, contei a minha experiência pessoal e quero deixar bem claro que não tenho nada contra denominação nenhuma apenas acho que Deus tem um lugar para cada um ou não (porque a salvação não depende de denominação e sim de Jesus) e entendi melhor lendo este livro.
    Em Cristo Jesus,
    Claudine.

    • Irmã, Claudine! Agradecemos muito a recomendação do livro e ainda o compartilhamento de tua experiência! A irmã demonstra muita sinceridade em buscar viver o Evangelho como ele deveria realmente ser, e pelo visto, deseja o mesmo para os outros. Confesso que isso é um esforço tremendo, pois também primo por isso, e não acho com facilidade, nos sistemas religiosos estabelecidos, algo que se aproxime das declarações de Jesus: “meu jugo é suave, meu fardo é leve”, tamanha sobrecarga que os líderes costumam empreender sobre as ovelhas. O evangelho, segundo os cristãos de hoje, parece ser impraticável! Interessante que, na Palavra, as coisas são bem mais simples…

      Bem, após tua indicação de ser médica e diante da tua experiência de ida para a maranata, eu gostaria de fazer uma analogia, um pouco forte, mas necessária. Se eu entendi bem, a irmã começou a frequentar a maranata, porque estava insatisfeita com a prática religiosa que seguia, e porque se “sentiu bem” no culto de formatura da faculdade. Correto?

      Supondo ser verdadeira a minha leitura, eu pergunto: uma pessoa que se inicia no uso de drogas psicotrópicas também não demonstraria uma certa insatisfação com seu estado das coisas, e também não se “sentiria bem” quando faz uso da primeira dose? Se substituirmos aquela irmã, com todo o respeito, com quem a irmã conversou ao fim do culto, por um traficante, e aí algum usuário inicial perguntasse se poderia voltar a usar a droga, ali oferecida, qual seria a sua resposta? Claro! Ou seja, a mesma que a irmã ouviu!

      Desculpa pegar um pouco pesado, mas o que eu gostaria de te dizer, e isso é compartilhado por muitos que já se libertaram do “vício” da maranata, é que a droga também dá uma sensação boa, tanto é que vicia, mas todos nós sabemos que a mesma causa prejuízos incalculáveis no corpo e na psique dos pacientes, e portanto, não é algo bom. Diversas vezes, aqui mesmo no blog, comparamos o convívio na maranata como uma dependência psíquica e até física. Detalhe: não somos médicos. Fazemos analogias para que os irmãos percebam a força das introjeções sobre os incautos.

      Com isso, amada irmã, eu gostaria mais uma vez de te lembrar que os nossos argumentos não estão sendo combatidos, e eu não posso ser levado a entender que uma experiência, verdadeira, real, pois não questiono que a irmã teria realmente se sentido bem, mas que não pode validar as doutrinas heréticas, as mentiras, as manipulações, que os líderes da icm-pes empreenderam até hoje. Ademais, irmã, todos nós que até nos retiramos da “obra maranata revelada” também passamos por algo parecido, com contextos diferentes, e nem por isso sentimos que deveríamos nos tornar eternamente gratos à denominação, mas sim a Cristo, que nos alcançou.

      Sobre o fato de que alguém deva estar aqui ou ali, eu discordo da forma como a irmã entende, pois lança para Deus essa tarefa, enquanto é de responsabilidade do homem a escolha. Dentro disso, eu pergunto: esses que se diziam “pastores” na maranata, que desviaram múltiplos de milhões, abusaram de pessoas, assediaram, perseguiram, alguns molestaram, coagiram, enfim, estavam lá pela vontade de Deus???? Foram “levantados” (termo para quem está caído) para o cargo de “ungidos” (termo desconhecido como referente a pastores, na Bíblia) pela vontade de Deus???? Quem descobre tudo que eles fizeram, deve permanece ali porque teve um dia uma experiência de se “sentir bem”, e porque acredita que teria que ser assim mesmo, ou seja, que tenha que compactuar com a bandalheira deles????

      Por favor….Respeito a decisão de qualquer um em ficar na denominação, mas argumentar que é por isso, a irmã não acharia que é muito pouco?

      Gostaria que a irmã continuasse conosco, lendo, questionando, argumentando, e principalmente respondendo as nossas ponderações, assim como não estamos nos esquivando em responder as tuas.

      Graça e Paz de Deus!

      Alandati.

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