ELES SEMPRE PINTARAM O 7, E AINDA DIZEM QUE A “OBRA” É PERFEITA!

2 = COMUNHÃO;

3 = TRINDADE ou MORTE E RESSURREIÇÃO;

4 = EVANGELHO;

5 = MINISTÉRIO ou MEIOS DE GRAÇA;

6 = HOMEM;

BRANCO = SANTIDADE;

ROSA = COMUNHÃO (2 + ROSA, por lógica, deve ser COMUNHÃO DOBRADA!!);

AZUL = AMOR DE DEUS;

OURO = PODER;

PRATA = REDENÇÃO;

MULHER = IGREJA;

DENTES = TESTEMUNHO;

DAVI = JESUS (NAQUILO QUE NÃO PECOU);

SALOMÃO = ESPÍRITO SANTO (NAQUILO QUE NÃO PECOU);

CARRO = OBRA…

Enfim, são muitos os códigos dentro da cartilha da seita maranata, para tentar alegorizar tudo das Escrituras Sagradas.

Mas, para o presente artigo, vamos abordar de uma maneira bem simples e objetiva, mas com ironia, um aspecto relacionado à suposta “perfeição” da obra!

Estive procurando na rede a origem do termo “pintar o sete” e encontrei a seguinte sugestão, informal, como provável:

“Pintar o sete” é um termo usado desde o século XIX para designar o ato de se fazer travessuras, diabruras, traquinagens… A expressão tem provável origem de “pintar o sete-pele”, que seria algo como “dar pinta de sete-pele”, “dar uma de diabo”, “imitar o diabo”. Nisto, o sentido de “pintar” seria “dar pinta”, “assemelhar-se”, “aparentar-se” e “sete” teria o sentido de “sete-pele”, “diabo”, “satanás”.

Pintar o sete = Fazer tantas travessuras como o diabo”

Embora não tenhamos a total certeza de tal origem, em todos os dicionários informais da net, encontramos a unanimidade do significado do termo, visto que a nossa língua tem sempre tendência, de com o passar do tempo, ir abreviando as coisas, o que pode ter acontecido com “sete-pele”, que significa diabo, bicho ruim, cramulhão, capeta, o ziza, o capa (no popular, para não se ter dúvida).

Pois bem, na cartilha da obra, o sete, sem o (a) pele, é dito como representativo da perfeição. Acho que é por isso que eles arrancam a pele dos seus membros, cobrando imensas tarefas, como limpezas, mutirões, reuniões, enganações, evangelizações, convocações, orientações, e outras “ões”, todas motivadas pelos propósitos do “ossinhorrevelô”!  Se há vários escravos realizando o “serviço sujo”, alguém está posando de perfeito, limpo, cheiroso, engomado, em outro lugar. Que crueldade!

Dissenção, sectarismo, facciosismo, heresia, apostasia, mentira, falta de transparências, politicagem, perseguição, avareza, adultério, pedofilia, preconceito, discriminação, nepotismo, acobertamento, falta de prestação de contas, desvio de dízimo (em tese), simulação de negócios (em tese), emissão de notas frias (em tese), lavagem de dinheiro (em tese), desvio de verba pública (em tese), abertura de empresas fictícias (em tese), evasão de divisas (em tese), descaminho (em tese), coação de testemunhas (em tese), desobediência de ordem judicial (em tese), tráfico de influência (em tese), destilação de ódio, terrorismo eclesiástico, bullying eclesiástico, assédios moral e sexual, …ufa, como a obra pintou o sete nesses 45 anos, não completos! E no sentido real do termo! Aliás, até na antecipação do aniversário em sete meses da quadragenária, vemos mais uma “pintadinha básica do sete da obra”, com direito à maquiadora, e tudo!

Mas, como tudo na obra é forçado, falso, dissimulado, mesmo, sempre com foco em seu idealizador e seus gerentes, acredito que a expressão “pintar o sete” é perfeita, por mais trocadilho que isso cause, para identificar a obra, pois, ao dizerem que sete é perfeição, e corriqueiramente atribuírem essa qualidade para a obra, o que se fala é totalmente distinto da realidade, ou seja, essa perfeição só é pinta, é aparência, e mais nada.

O que se tem então é um sistema que vive “pintando o sete”, nos dois sentidos, pois aparenta-se com a postura do “sete-pele”, e ao mesmo tempo, querendo se dizer perfeita, pelo significado do código 7, forçando uma barra para tal, intentando transparecer algo que verdadeiramente não é!

É por isso que digo: eles sempre pintaram o sete, fazendo o que querem com a obra (maranata), e ainda querem dizer a todos os cantos que a obra é perfeita. Faça-me o favor! Poupem-nos de tamanho desrespeito, pelo amor de Deus!

E o pior, esses gerentes da obra, que são os cabeças dela, sempre usaram o “pes” para pintar o sete, visto que suas mãos são extremamente atrofiadas para o trabalho, e aí uso a mesma alegoria que eles exaustivamente cansam de usar para subjugar a membresia.

Fala sério! Fazem um serviço de porco desses, pintando o sete esses anos todos, e ainda posam de bonzinhos!

Coisas de Esaurinha…

Paz e Graça,

Alandati.

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Uma resposta para “ELES SEMPRE PINTARAM O 7, E AINDA DIZEM QUE A “OBRA” É PERFEITA!

  1. A origem de pintar o sete é matemática. Um círculo tem 360 graus, número que pode ser facilmente divisível sem deixar restos por 2;3;4;5;6;8;9;10;12;15;16;18. Como se vê, não é divisível por 7, então, as técnicas para se fazer um heptágono eram mais difíceis de fazer. Tente fazer um heptágono com as técnicas antigas e verás como é difícil. Um eneágono teria as mesmas dificuldades, mas vê-se menos os defeitos.

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