A FASE ATUAL DA C(OBRA) É DE AUTOFAGIA

autodestruição da c(obra)

Significado de Autofagia

s.f. Comportamento da pessoa ou animal que se alimenta de sua própria carne; autodigestão.
Biologia. Ação ou desenvolvimento da célula que provoca sua própria autodestruição.

Sinônimos de Autofagia

Sinônimo de autofagia: autodigestão

Definição de Autofagia

Classe gramatical: Substantivo feminino
Separação das sílabas: au-to-fa-gi-a

Exemplo com a palavra autofagia

“Um estudo recente afirma que a falta de nutrientes no corpo de quem está em dieta provoca um efeito colateral de autofagia –o cérebro dá ordens para que as suas células comam a si mesmas– e aumenta, ao mesmo tempo, a sensação de fome em um ciclo vicioso.”
 Folha de São Paulo, 02/08/2011
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COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

Bem, meus irmãos, muita água passou por debaixo da ponte no quesito desvendar a obra gedeltiana. Ninguém pode, atualmente, declarar-se inocente ou desavisado a respeito dos bastidores dessa obra, que por anos quadragenários entorpeceu pessoas de bem nas práticas de heresias, antes tomadas como revelações de Deus, e de um entendimento extremamente maléfico, chamado sectarismo, que traz a reboque diversas posturas desaprováveis, com relação à vida de um legítimo cristão, tais como arrogância, exclusivismo da verdade, infalibilidade das suas crenças, repúdio aos questionamentos, discriminação dos irmãos de outras congregações, uso de nomes pejorativos, como mescla, religião, movimento, com intuito de menosprezar todas as outras instituições eclesiásticas, e ainda o famigerado terror psicológico, que, sendo romântico, no mínimo, faz desencorajar alguém a se evadir dos domínios monárquicos desse governo perverso.

Quando listamos as práticas nefastas acima, notadamente mantemos cautela em discriminar posturas de pessoas honestas e que mergulharam, de boa-fé, naquilo que foi utilizado como isca para fisgá-los, valendo dizer todos os artifícios para atrair aqueles que teriam potencial de serem arrebanhados pela seita maranata, e se tornarem fieis seguidores, curiosamente aceitando títulos de menosprezo, como devedores, servos inúteis, meias-solas (caso de pastores), rebeldes (quando questionam), sem entendimento de obra (quando não rezam as carilhas do pes), etc, e que, no frigir dos ovos, exercem trabalho escravo eclesiástico, mascarado como voluntariedade no cumprimento de revelações de Deus, e ainda se tornam investidores do sistema, sob o tacão maléfico e subjugador de pensar que seriam eternos devedores em conhecer e poder ter a oportunidade de viver a tal obra.

Oportunamente ressaltamos que não nos referimos até aqui aos crimes (em tese) que diversos seguidores, claramente sem o quesito boa-fé destacado até agora, enveredaram-se na promoção das suas práticas eclesiásticas dentro da seita. Declaramos que estes que assim procederam durante as suas jornadas na “obra”, a começar pelos da cúpula, ápice piramidal, não podem ser considerados inocentes, exatamente pela existência do elemento má-fé, cabendo a estes duas consequências observadas de forma geral, quais sejam, a chance de arrependimento e consequente perdão diante de Deus e dos membros, e ainda responderem segundo a lei dos homens conforme a culpa de cada um.

Cabe aqui também salientar que, além dos gestores administrativos principais do grande esquema criminoso (em tese) institucionalizado na organização maranata, muitos que poderiam se manter isentos, e que efetivamente tomaram conhecimento dessas práticas de suspeita delituosa, infelizmente cederam às tentações da rainha quadragenária, seja pelo apelo da avareza, ou pelo poder dos altos cargos e funções, enfim, esses deram os seus preços e por uma decisão pessoal resolveram replicar a sistemática “de sucesso”, claramente com relação às coisas desta vida, sendo que também não são afastadas aquelas condenáveis posturas no campo eclesiástico, listadas no início do nosso comentário, claramente adotadas também por estes.

Mas, entrando no assunto introdutório, escolhido para ser abordado no presente artigo, deparamo-nos com um conceito da biologia denominado autofagia, que do ponto de vista técnico não seria algo ruim, em primazia, mas que pode evoluir para uma verdadeira destruição, caso as causas que deram início ao processo no organismo se perdurem. A grosso modo, o organismo vivo animal, após um período longo de jejum, começa a lutar para se manter vivo, e de uma forma interessante, devido à falta de alimento, que seria o combustível da “máquina” orgânica, faz com que sejam extraídos nutrientes da estrutura do próprio corpo.

Para encurtarmos o assunto, destacando aquilo que realmente interessa na mensagem que desejamos transmitir, o organismo passa a se autodigerir (sinônimo da autofagia), inteligentemente, a começar por aquilo que sobra, e que, em tese, por conseguinte, não faria falta, ou seja, pelas gorduras. Esse processo, em não sendo interrompido pela ingestão de algum alimento (combustível), pode chegar ao caso extremo de serem “atacados” os próprios músculos daquele organismo.

Meus queridos irmãos, entramos então na observação pontual sobre o organismo, podendo também ser utilizado o sinônimo organização, para a obra, e nos parece que o retrato atual é de profunda autofagia, pois os “ataques” ao próprio corpo são notórios. As perseguições parecem aumentar, os devaneios não se limitam mais a estarem ocultos aos olhos de todos, as mensagens são ralas e cada vez mais tendenciosas, a falta de transparência parece ser agora conduta primaz, e o pior, não há sombra de arrependimento, não há interesse em esclarecer e pedir perdão aos membros, não há motivação para mudar os ares, a começar pelos líderes.

O quadro que se apresenta da obra quadragenária da seita maranata é de autofagia crônica, pois são despregadas todas as mensagens que foram tidas como revelação por anos, e essa autodigestão fica bem evidente, na seara penal, quando vemos os principais líderes da organização serem presos por demandas criadas no curso das investigações, as quais se referem a posturas de autodestruição, como a coação de testemunhas, desobediências a ordens judiciais, e táticas de espionagem clandestina.

Por oportuno, também destacamos que os eventos, que antes eram “bençãos”, por serem recheados de ritos próprios da seita, com grandes mobilizações, pompas, cantos imponentes, palavras de efeito, “revelações” da Bíblia, e sinais da operação do Espírito Santo, tornaram-se currais politiqueiros, antes tão combatidos, terrenos extremamente férteis para disseminação em massa de heresias, confusões com outras instituições polêmicas, cujas práticas são milenares e ocultas, e celebrações injustificadas, como por exemplo o aniversário antecipado, comemorado em março, ao invés de outubro/2013. Cabe destacar que contratações de personalidades do marketing, para orientar os passos da obra, enquanto se declarava que tudo era “revelado”, também são evidentes provas da autofagia em estado avançado.

Meus irmãos, quem não percebeu ainda que o alimento não chega mais para o “corpo” da obra? O jejum do organismo maranático é intenso e duradouro, pois o que alimentava antes não surte mais o efeito de ser combustível mais para ninguém. Já se chegou ao momento de perceber que as heresias não podem preencher o vazio do coração do verdadeiro cristão. As inverdades e assédios, morais, psicológicos e materiais, muito menos conseguem atrair quem quer que seja, nem os admiradores inveterados do sistema. As “gorduras” saudosistas de alguns, que se propõe a reviver um passado supostamente saudável da “obra”, mas revelado como repleto de heresias, e por vezes mais prático, empírico, isolado, experimental do que doutrinário, já foram consumidas.

Se não há mais alimento, em ato contínuo, o “corpo” (aqui intencionalmente se referindo ao organismo da seita maranata) estarta o processo de autofagia, a começar pelas gorduras. Em primeira análise, após essa fase, o efeito pode ser benéfico, pois afinal quem não quer perder as suas “gordurinhas” em excesso? Nesse ponto, identificamos a postura, também mentirosa, de vários representantes do vértice da pirâmide organizacional da obra em dizer que saíram as “unhas encravadas”, referindo-se aos retirantes que assumiram a postura corajosa de se evadirem do “ninho” descoberto como sujo, alçando altos voos no sentido do Evangelho Puro e Verdadeiro de Cristo.

O estágio atual é de consumo dos músculos, os quais representam alegoricamente, como eles gostam de usar, o esgotamento da força do “corpo”. Unidades locais entregues às moscas; enxurrada constante de fluxo de retirantes, que assumem as estradas; descrédito total dos ensinos “revelados” emanados do “centro de excelência”, antro da disseminação do entendimento de obra; ojeriza total e quase unânime ao sistema de transmissão via “chatélite”, que nunca é demais destacar que foi implementado por suspeitas fortes de irregularidades fiscais. Todos esses aspectos, aliados ao fato de serem vistos os retornos dos ex-presidiários as suas atividades normais, com as caras mais lavadas do mundo, nas unidades locais da seita, apontam para um quadro catastrófico de autodestruição.

Terminamos o artigo com a abordagem do exemplo de aplicação do termo autofagia, retirado do nosso texto base, do qual destacamos a sua parte final, oportunidade que acusamos que é exatamente o que está acontecendo com a obra gedeltiana, senão vejamos: “o cérebro dá ordens para que as suas células comam a si mesmas– e aumenta, ao mesmo tempo, a sensação de fome em um ciclo vicioso.”. Perceba que o “cérebro” do corpo da obra, ao contrário do Corpo de Cristo, que é Jesus, é a sua liderança infalível, sócio-fundadora da organização, e de forma incontroversa a sentença é verdadeira, pois o comando é de destruir as “células” (membros) entre si, seja entre remanescentes, mas principalmente entre estes e os que se retiraram, considerados levianamente como traidores.

O resultado disso é um verdadeiro ciclo vicioso, pois os que acreditam nesse comando não se veem seguros nesse argumento, e como não obtém informações e verdades suficientes dos seus líderes, buscam exatamente naqueles sobre os quais pousam inúmeras restrições de recomendações do “cérebro” da obra. Além disso, como já dissemos, o poder de questionamento dos que se libertaram do gedeltismo é inegável, e se observados os que primam pela seriedade nas suas condutas, é notório o crescimento destes, e ainda causando mais conflito nas “células” em processo de autodestruição do “corpo” da obra, quando verificam que nenhum daqueles males anunciados ocorreu, e isso traz cada vez mais fome, de conhecimento, de informação, de verdade, de Bíblia, de prática cristã saudável!

Só Deus mesmo para agir e verdadeiramente libertar os nossos queridos irmãos, antes que se autodestruam, permanecendo em um organismo que dá sinais claros desse processo, de autofagia, ou autodigestão. A c(obra) já engoliu o seu rabo e vai chegar o momento, dada a circularidade da mesma (ciclo vicioso), que será atingido o ponto de partida, se é que ainda não estamos nele, em que a cabeça vai começar a comer a si mesma.

Foge dela, povo meu! Graça e Paz do Senhor Deus a todos!

Alandati.

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