O OSTRACISMO ECLESIÁSTICO DA OBRA!

O que é Ostracismo:

Ostracismo significa isolamento ou exclusão. É um termo proveniente da Grécia antiga e era uma forma de punição aplicada aos cidadãos suspeitos de exercerem poder excessivo e restrição à liberdade pública. A lei foi instituída em Atenas como uma medida para evitar a formação de uma nova tirania. O cidadão ostracizado era condenado a um exílio de 10 anos.

Ostracismo é o afastamento (imposto ou voluntário) de um indivíduo do meio social ou da participação em atividades que antes eram habituais. Uma forma de ostracismo acontece com alguma frequência no meio artístico, quando o profissional se desliga do público sendo, por vezes, completamente esquecido.

Um caso que pode ser referido como ostracismo aconteceu com o sambista brasileiro Cartola. Ele se afastou do meio musical por cerca de quase duas décadas (entre as décadas de 1930 e 1950) e chegou a ser dado como morto. Cartola é considerado por muitos críticos como o maior sambista da história da música brasileira.

Fonte: http://www.significados.com.br/ostracismo/

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

Taí um outro conceito bem parecido com a obra, que batizaremos de “(OBRA)STRACISMO”, que, em linhas gerais significa isolamento ou exclusão, praticado pelo discípulos do gedeltismo.

No convívio familiar, com relação a colegas de trabalho, no dia-a-dia junto aos vizinhos, no convívio social, no comunhão entre cristãos de outras denominações (sectarismo), junto aos professores e pais de outros alunos na escola dos filhos, entre colegas de faculdade ou de quaisquer outros cursos, o que impera na obra é o (obra)stracismo: isolamento ou exclusão.

Afinal, se o seguidor do (obra)stracismo se acha melhor do que os outros, por que iria se misturar, não é mesmo?

Até mesmo dentro da denominação, cujo apelido é “obra”, há isolamento ou exclusão, por politicagem, apadrinhamento, perseguição, preconceito, discriminação, facciosismo (separação entre mara e nata), assédio moral, terror psicológico, …

Mas, vamos ser sensatos e honestos, como uma “obra” que se dizia perfeita, “filho ou filha com ligação à unicidade”, “manifestação de Deus para a última hora”, “onde tudo é revelado”, e persistisse em se isolar de tudo, daria certo?

Bobos, ou melhor, tolos, como diz a Bíblia, fomos nós em acreditarmos nesse engodo! Veja:

“Busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola; ele se insurge contra toda sabedoria.”

Provérbios 18:1

Que obra maravilhosa, hein? Viver em total (obra)stracismo só podia dar no que deu! Agora, a obra vive mesmo isolada ou excluída de todo tipo de escândalo parecido, que tenha precedido, em qualquer ordem ou seara, pois a podridão que exala de dentro da “obra-ostra” (cuidado não falar besteira) é insuportável e inigualável!

Deus abençoe quem ainda está preso, dentro da “obra-ostra”, vivendo em um pernicioso “obrastracismo”, mas que ainda acha que está dominando a situação, enquanto, na verdade, não passa de um isolado ou excluído, e portanto tolo, pois se insurge contra toda sabedoria, conforme no texto citado acima. Infelizmente, encontramos alguns ainda assim!

Graça e Paz de Deus a todos!

Alandati.

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