PREPARANDO O DEFUNTO DA OBRA PARA O ENTERRO!

“A seita icemita gera escandalos em baixo de escandalos”!
Ja não bastasse a roubalheira dos dizimos,contabando e outro crimes em (em tese),a seita se tronou um escandalo não só para seus membros,mas para sociedade.

Ocorreu um outro fato convidaram um jovem para ir ao culto na seita,só que antes de ele ir foi buscar informações na internet,e ficou surpreso e não foi no culto.

Deois perguntaram para ele quem o convidou,porque não foste no culto,ele respondeu não fiu e não irei nunca.

Veja que a oubra imaculada do monarca esta muitoooo suja,nem com a marqueteira que ja contratou para limpar a imagem da seita vai dar resultado,poderiam convidar até o Duda Mendonça que elegeu o Lula no primeiro mandato que não conseguiriam,limpar a imagem,estão dando uma maquiagem num defunto que ja morreu faztempo,porisso que fede tanto!

Vai faltar algemas!

um abraço fraternal,

Pr. Eduardo Gil Vasconcellos

Publicado em http://diganaoaseita.wordpress.com/boca-na-trombeta/comment-page-10/#comment-3017

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

Encontrei um artigo interessante sobre o sepultamento judaico e destaco alguns pontos, com títulos de separação nossos, e comentários após os textos:

“Da mesma forma que existe um modo de vida judaico, existem, também, rituais a serem seguidos por ocasião da morte.”

A PRESSA PARA ENTERRAR

“Quando morre um judeu, os familiares devem providenciar seu enterro rapidamente. De acordo com as leis mosaicas, o corpo deve ser sepultado logo que for possível, de preferência no mesmo dia da morte e, também, enquanto houver luz natural: Seu cadáver não poderá permanecer ali durante a noite, mas tu o sepultarás no mesmo dia (Deuteronômio 21:23).

Enquanto o morto permanecer insepulto, a sua alma não ficará em repouso. Ela só descansará quando o corpo for enterrado.

Portanto, adiar o sepultamento, sem motivo justo, é um desrespeito ao morto e uma interferência nos planos do Criador. O enterro é postergado nas seguintes ocasiões: 1. quando alguém morre no Yom Kipur (o Dia do Perdão); e 2. quando a morte ocorre em uma sexta-feira à noite, início do Shabat (o Dia do Descanso Semanal). No primeiro caso, o enterro é realizado no dia seguinte. E, no segundo caso, o sepultamento só ocorre no anoitecer do sábado, ou quando surge a primeira estrela no céu. Excetuando-se essas duas ocasiões, tolera-se adiar o enterro, ainda, quando se aguarda a chegada de parentes que estão distantes; ou quando os familiares transportam o corpo para ser enterrado em Israel.”

Bem, aqui podemos entender a pressa para “preparar” o defunto, para o enterro, claro, sem saber que é para essa finalidade específica. Por isso a marqueteira maquiadora foi contratada! Por isso foi adiantada em sete meses a comemoração do aniversário da obra, passando de outubro para março!

Afinal, o defunto não pode feder muito, e tem que parecer bem na foto!

Muitos estão abrindo os olhos para a mortandade encontrada na seita, transmitida por sectarismo, heresias, apostasias, mentiras, obscuridades, acobertamentos, etc, e a pressa emerge do fato de estancar esse despertamento no povo, e além disso, tentar fisgar novos incautos para o rebanho, por meio de mega reuniões.

AS CRENÇAS JUDAICAS SOBRE PREPARAÇÃO DO CORPO MORTO

“Segundo a religião judaica, preparar o morto para o sepultamento é um cerimonial de grande relevância, porque o corpo aloja a alma e, por essa razão, deve ser mantido muito limpo. O cemitério, por sua vez, é denominado Beit Haolam, que significa, na língua hebraica, Casa do Mundo ou Casa da Eternidade.

Com o advento da morte, a alma, que até então estava abrigada no corpo, inicia uma dolorosa separação do mesmo. Tal processo se dá conforme vai ocorrendo a decomposição. Quando o corpo é sepultado na terra, ele se desintegra lentamente, o que é confortante para a alma. Corpo e alma são entidades que permanecem interligadas após a morte, e o processo de desligamento não é imediato. A alma continua em contato com o corpo, mesmo depois do enterro, e ainda compartilha de todas as suas sensações. A decomposição, portanto, é um processo fundamental e benéfico para a alma. Por isso, os preceitos mosaicos proíbem a cremação já que esta implica na súbita separação artificial entre corpo e alma. Como diz o TalmudO enterro não é para o bem dos vivos, mas sim para o dos mortos (Sanhedrin 47a).

Além disso, a religião judaica ressalta que um único osso, localizado na parte posterior do pescoço, jamais se decompõe. E é a partir desse osso – denominado osso luz – que o corpo será reconstruído na futura Era Messiânica, quando todos os mortos serão ressuscitados. Em razão disso, a cremação do corpo não é aceita; já que a ressurreição é uma crença fundamental do judaísmo, conforme expresso por Maimônides, em seus Treze Princípios da Fé.”

Diante das crenças com respeito ao sepultamento do corpo judaica, vemos a necessidade de se mostrá-lo limpo. Ai entra a famosa frase martelante do repetitivo líder pseudocarismático: “ta tudo certo”, ou em outras palavras, “ta tudo limpo”.

Enquanto os retirantes ganham as estradas, por uma via dolorosa, que é a da profunda decepção, o octogenário da obra quadragenária profere as palavras falsamente confortantes, mas realmente angustiantes: “ta tudo certo”, como que se quisesse dizer que o imenso fedor que se sente, oriundo da decomposição do corpo da sua obra, por todas as narinas, é inexistente!

Viram o detalhe do osso do (pes)coço! A crença é essa: a carne do corpo pode estragar, mas fica o ossinho do (pes)coço, para tentar promover uma futura ressurreição! Mas vocês também não entendem! Ganharam a vida em quarenta e quatro anos dessa forma, não se pode acabar com tudo de uma hora para outra! A esperança é a última que morre!

OS RITUAIS

Procedimentos que antecedem a preparação do corpo

“Quando morre um judeu, a família deve avisar à Chevra Kadisha – uma Sociedade Funerária ou Comitê Fúnebre encarregado de preparar o morto e conduzir o cerimonial do enterro. Esse Comitê também se encarrega de administrar o cemitério. Via de regra, as primeiras providências tomadas são as seguintes:

1.  estirar os braços do morto ao longo do corpo (os braços nunca podem ser cruzados);

2. fechar os seus olhos;

3. retirar todos os adornos que esteja usando (brinco, relógio, pulseira, anel, peruca, dentadura postiça, óculos, esmalte nas unhas, batom, próteses removíveis, e outros); e

4. cobrir o corpo todo, dos pés à cabeça, com um lençol branco, de algodão ou de linho.

Depois de se cobrir o corpo, ninguém mais pode vê-lo: nem mesmo os próprios filhos, parentes ou amigos. Não é permitido observar a sua desintegração. Olhar o cadáver é uma violação ao princípio de kevod ha’met (o respeito aos mortos), representando um desrespeito à pessoa que viveu, e significa limitar a morte, apenas, aos aspectos físicos. Espera-se que todos conservem, na memória, a imagem da pessoa em vida, sendo isto um passo para que o falecido possa alcançar a dimensão espiritual.”

Pode ser comitê ou conselho ou presbitério, enfim, na obra, sempre tem uma equipe preparada para se encarregar da preparação do corpo e condução da cerimônia do “sepultamento”.

Primeiro, não deixa ninguém de braços cruzados, não importando que não se explique o porquê do movimento, tipo ir a uma comemoração de aniversário quase um ano antes, mas tem que deixar em movimento, para que todos ocupados, não possam cruzar os braços, parar, raciocinar, questionar!

Em segundo lugar, os olhos espirituais precisam ser fechados. Em hipótese alguma, as heresias, meias-verdades, ou mentiras inteiras podem ser descobertas. Ai seria o fim de tudo!

Em terceiro, vemos dois aspectos, o primeiro dizendo respeito a tirar mesmo da membresia seus pertences, não importando se vão fazer falta para eles, mas a obra precisa enriquecer; e em segundo, os adornos representam a identidade de cada um, que deve ser tirada, para uma identidade única, qualificada por um entendimento único de obra!

Em quarto, a sociedade não pode enxergar o que é realmente esse corpo da obra, em hipótese alguma, por isso, cobre-se do pes (de novo o pes!) à cabeça, tudo na base do abafa!

Preparação do corpo propriamente dita

“Quando o carro da funerária chega ao Cemitério Israelita, o caixão é levado a um quarto reservado que tem um lavatório e uma bancada, e cujas paredes são forradas com azulejos brancos. Ali, o Comitê Fúnebre irá preparar o morto para o sepultamento. As mulheres preparam um corpo feminino e, os homens, um masculino.

Em primeiro lugar, retiram o corpo do caixão e o colocam sobre a bancada, onde é lavado com álcool. Este ritual representa um tributo valioso prestado ao falecido, por parte da comunidade judaica, sendo denominado tahará (purificação). Segundo a tradição, o ritual da purificação se repete há milênios: assim como veio, assim irá, isto é, da mesma forma que um recém-nascido é lavado, após o nascimento, e ingressa no mundo fisicamente limpo e espiritualmente puro, ao partir, também precisa ser purificado, ainda que de maneira simbólica.

A seguir, o corpo é vestido com uma mortalha, feita com morim branco e composta pelos seguintes elementos: uma calça comprida fechada até os pés, uma camisa, um camisão, uma espécie de cinto, um capuz (para cobrir a cabeça e o pescoço), e dois sacos, abertos em uma dos lados (para cobrir as duas mãos). A mortalha já pode vir confeccionada, ou é costurada à mão durante o velório. Se, por algum motivo, não houver uma disponível, o morto pode ser enrolado somente com um lençol branco de linho ou algodão.

O passo seguinte é colocar uma pedra sobre cada olho e, outra, na boca. Isto impedirá, de acordo com o judaísmo, que o falecido venha a questionar a própria morte, ou que, antes do Dia do Juízo Final, encontre com Deus. Caso a pessoa que morreu seja do sexo masculino, por cima da mortalha coloca-se o seu talit (uma espécie de xale, com franjas nas extremidades, que os judeus usam durante as orações). Feito isso, fecha-se a tampa do caixão e, só então, ele é colocado sobre a bancada do velório. Vale ressaltar que, todas as ações relativas à preparação do corpo para o enterro, são sagradas e consideradas mitzvot (caridades).”

A separação de homens de um lado e mulheres do outro, só em frente à membresia, demonstra uma aparente organização, mas muitos sabem que nos bastidores, tá tudo “embolado” e “misturado”!

Lavagem com álcool, para o corpo moribundo da obra, representa o entorpecimento das mentes, a ponto do equilíbrio estar prejudicado, quando, em não raras vezes, vemos membros da seita usarem de extremos exageros na tentativa de defesa do gedeltismo.

Interessante que um dos elementos colocado na vestimenta do defunto era uma calça comprida, tal qual a seita agora está fazendo. Tudo que era proibido, na base do ossinhôrrevelô, agora pode, para que se impeça o êxodo maranático! Ossinhêdesrrevelô!

Olha as pedras sobre os olhos e sobre a boca! Precisa falar mais alguma coisa diferente da tentativa desenfreada por parte do gedeusti e de seus asseclas em cegarem e calarem aqueles que ainda permanecem debaixo do tacão do medo, dentro do ninho da obra?

Depois do sepultamento

“Na saída do cemitério há um lavatório, onde os judeus, segundo a tradição, têm que lavar as mãos depois dos sepultamentos (netilat iadaim). De acordo com a crença hebréia, ao se lavar as mãos e a água permanecer cristalina, significa que a pessoa não derramou o sangue do falecido.”

Ah, se implementássemos isso nas saídas das sedes do pes, dos maanains, e das unidades locais, a água viraria um negrume só, indicando que “muito sangue foi derramado” em favor dessa obra maravilhosa!

“Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.”

Mateus 8:22

Fiquem todos com a Paz do Senhor Jesus, que vive e reina para SEMPRE!

Alandati.

Fonte: http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&id=255&Itemid=184

PS: o objetivo aqui claramente não é o de afrontar uma tradição de nenhum povo, mas aproveitar os detalhes dos rituais do sepultamento judaico, comparando-o com o sepultamento do gedeltismo.

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